História Interminável, amanhã na #BMAG


 Na busca de um mundo mais inclusivo

Era uma vez uma história sempre disponível para acolher e incluir. Uma história atentíssima ao que a rodeia e muito respeitadora. Tem as suas ideias, é certo, mas está sempre disposta a abrir os braços ao novo e ao diferente. Trata-se de uma história que está sempre a começar. Que teima em não chegar ao fim, para que todos possam entrar…

Cid, o menino mais sardento do bairro e Cidália, uma menina de tranças mínimas, resolvem começar a escrever uma história sem fim à vista e deixam entrar, entre outros, «um macaco, uma catatua, um sapo e uma perua; uma taxista, um gestor, uma pianista e um canalizador; uma muçulmana, uma hindu, um cristão e um guru. Um cigano, um imigrante, um ameríndio e uma viajante. Uma budista, uma protestante, um dalai-lama e uma migrante. E ainda, «desportistas, uma campeã, crianças diferentes e uma anciã. Um jovem poeta, muitas árvores, uma bicicleta» e também «um rio, um penedo, avatares e até monstros com medo. Uma centenária, um bebé chorão e uma quinquagenária. Uma angolana, um inglês, uma brasileira e um japonês». E não se esquecem de incluir «músicas do mundo inteiro; alegrias, algumas dores, arte de todas as nações; filosofias de muitos pensadores. Direitos humanos e outros que tais, como por exemplo os dos animais». Mas será que com tudo isto (e muito mais) conseguem construir uma história livre de estereótipos e preconceitos, onde todos têm lugar? Venha daí, connosco, descobrir como termina esta história. Termina?  

 

 

 

 

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